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Pseudonimato é quando você esconde sua verdadeira identidade do público e usa um nome falso ou uma identidade inventada.

Não é o nome de um dinossauro famoso!

Na verdade, refere-se a um dos aspectos fundamentais por trás da maioria das blockchains públicas, que é a segurança da blockchain.

Na segurança da blockchain, a natureza pseudônima de certas blockchains mantém a identidade de um usuário da rede oculta de outros usuários da rede, ao mesmo tempo em que vincula todas as transações feitas por essa pessoa a uma identidade pseudônima que PODE ser rastreada por quase qualquer pessoa.

O pseudonimato é uma função bem-vinda das blockchains, pois ajuda na privacidade e segurança pessoal durante as transações em blockchains públicas.

O anonimato, por outro lado, impede que as transações e a atividade da rede sejam vinculadas a qualquer pessoa. Se você é anônimo, sua verdadeira identidade fica completamente oculta e desconhecida.

Satoshi Nakamoto é um exemplo perfeito de pseudonimato em criptomoedas. Satoshi Nakamoto é o inventor por trás do Bitcoin, mas não sabemos seu nome verdadeiro ou sua identidade real.

As várias opções de privacidade do usuário são o que muitos na indústria de criptomoedas acreditam ser uma das principais razões pelas quais as criptomoedas atraem tantas pessoas.

Os usuários ficam protegidos de ter que compartilhar detalhes pessoais com uma empresa ou governo e ainda podem fazer transações financeiras internacionais com qualquer pessoa, em qualquer lugar.

No entanto, esse mesmo foco na privacidade do usuário e das transações em criptomoedas se tornou um tema de debate em um setor que luta contra atividades ilícitas, vigaristas e pessoas mal-intencionadas que querem se esconder nas sombras.

A natureza pseudônima e anônima das criptomoedas fez com que governos e instituições impusessem regulamentações às empresas populares de criptomoedas, regulamentações que acabam afetando o usuário.

Regulamentações financeiras na forma de verificações KYC e AML estão se tornando cada vez mais comuns em exchanges de criptomoedas e outros aplicativos e serviços de criptomoedas, tirando a capacidade de manter a privacidade nos serviços convencionais.

As corretoras de criptomoedas centralizadas se tornaram a principal porta de entrada para as pessoas que movimentam dinheiro nos mercados de criptomoedas, então é fácil entender por que os reguladores estão concentrando seu tempo e energia nesse tipo de organização. As corretoras de criptomoedas descentralizadas esperam atrair um público mais amplo, oferecendo contas de negociação que exigem apenas que o usuário conecte sua carteira de criptomoedas à corretora para ter acesso aos serviços da corretora. Não são necessárias informações KYC.