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Um bloco, na sua forma mais simples, é uma coleção de dados digitais.

As transações da blockchain são agrupadas em blocos.

Pense num bloco como uma pasta no seu computador que contém vários ficheiros que podem ser abertos e visualizados por qualquer pessoa, a qualquer momento.

Os ficheiros em si são as transações individuais que ocorrem durante um determinado intervalo de tempo na blockchain.

Cada ficheiro contém quem, o quê, quando, onde e porquê das transações atuais, bem como informações sobre o bloco anterior ao atual.

É daí que vem o termo blockchain.

Cada bloco está ligado ao bloco anterior para que os dados transacionais possam ser confirmados como precisos e não adulterados.

Tecnicamente falando, os blocos contêm carimbos de data/hora das transações e verificações para garantir que os saldos dos ativos digitais não sejam gastos mais de uma vez e que as assinaturas digitais correspondam às chaves públicas da mensagem.

Esses dados gravados são permanentes e públicos.

Os blocos são adicionados à blockchain por validadores ou mineradores, que têm a oportunidade de verificar e confirmar as transações da rede usando vários métodos, dependendo do mecanismo de consenso das suas redes.

Se forem escolhidos, os validadores e mineradores recebem uma recompensa pelo seu trabalho.